24/01/2011

Grande Otello

Uma vez, quando eu era pequeno, eu fui com minha família para o Rio de Janeiro. Foi a primeira vez que fui à Cidade Maravilhosa e ficamos hospedados na rua Barata Ribeiro.
No corredor do hotel, passou ao meu lado o Grande Otelo.
Que de grande só tinha o nome porque eu, criança, era do tamanho dele.
Nesse mesmo dia, horas mais tarde, eu conheci o Mussum, num restaurante: o negrão contou uma piada, a da bunda, que eu nunca me esqueci.
— Eu só não conheci o Tony Tornado porque faltou oportunidade, mas a paquera dele, a Cidinha, que era corista no Bola Preta (uma mulata imensa e absurdamente deliciosa) era muito amiga de minha irmã e de minha mãe.
— Outro negrão famoso e que era amigo do meu pai era o Mário Américo, massagista da Seleção.
E eu era amigo do Branca Di Neve pois ele namorava uma prima minha.
— E teve uma vez que conheci alguns dos jogadores do Harlem Globetrotters que minha falecida e querida prima Eliete (filha de meu padrinho Odair, o nego véio macumbeiro) havia conhecido sabe-se lá deus como.
Era cada PUTA NEGRÃO alto do caralho e eu lamentei que meu inglês não fosse grandes coisas.
— Por fim, um negrão famoso e que o tempo esqueceu era o comediante Chocolate. Ele era mais sofisticado que o Mussum mas bem menos famoso.

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